domingo, 27 de setembro de 2015

7 mitos que atrapalham o uso da pesquisa como estratégia de marketing

Em tempos de crise, usar a estratégia de pesquisa de mercado pode colaborar, e muito, para o negócio

Ajudar na tomada de decisão do negócio ou na execução de uma ação de marketing. Avaliar mercado e a concorrência. Entender o pensamento do consumidor em relação à aceitação – ou teste – de um determinado produto. Analisar a satisfação do cliente sobre o serviço prestado. Estes são alguns casos nos quais a pesquisa de mercado ajuda a nortear o próximo passo das empresas tendo como base a opinião dos possíveis consumidores.

Em tempos de crise, usar a estratégia de pesquisa de mercado pode colaborar, e muito, para o negócio. As tomadas de decisões ficam ainda mais difíceis e a margem para erro fica muito menor.

Mas, no mercado de pesquisa existem alguns mitos sobre a utilização e eficiência dos estudos de marketing que têm influenciado – negativamente - na decisão do uso da pesquisa como uma ferramenta eficaz. Para desmistificar e mostrar que a ferramenta pode ser muito agregadora, o Opinion Box, plataforma de pesquisa digital pioneira no Brasil, que realiza frequentemente estudos de mercados para diversas empresas PMEs de diversos segmentos, elencou alguns mitos que devem ser entendidos e, esquecidos, de vez!


1. Nem todo negócio precisa de pesquisa

Não importa se seu negócio é pequeno, médio ou de grande porte: você sempre pode obter resultados valiosos. A dica, nesse caso, é pensar na pesquisa certa para o seu público e objetivos. Se o seu negócio é uma pequena loja de roupas no seu bairro, cujas vendas estão caindo subitamente, aposte na pesquisa de satisfação com seus clientes. O porte menor da loja e a inevitável proximidade com o consumidor ajudam na hora de reunir um mailing que pode receber sua pesquisa por e-mail, responder anonimamente e te ajudar a identificar onde sua estratégia está falhando.


2. Só especialistas podem fazer pesquisas

É indiscutível que a internet democratiza muitas tarefas e serviços que sempre foram realizados por especialistas. Com a pesquisa não é diferente e prova disso são as plataformas SaaS (Software as a Service), como o Opinion Box. Esse tipo de serviço, que é todo realizado online e pelo próprio usuário, existe para facilitar o acesso e a utilização de práticas como a pesquisa, que até então era um trabalho associado apenas a grandes empresas e institutos de pesquisa. Também é importante lembrar, porém, que mesmo que você não precise ser um especialista, trabalhar com pesquisa é uma tarefa de grande responsabilidade e que requer, entre outras competências, imparcialidade e um olhar analítico. Além disso, é preciso conhecer algumas técnicas e conceitos para obter os melhores resultados.


3. Fazer pesquisa é caro

Instituir a cultura de pesquisa na sua empresa pode, sim, ser uma tarefa difícil. Na hora de correr atrás da verba para disparar seus questionários, pode surgir o mito de que esse tipo de projeto custa muito caro. Mais uma vez, isso não é necessariamente verdade. As ferramentas digitais que existem atualmente permitem realizar pesquisas a um custo muito mais acessível e até mesmo gratuitamente. Isso sem comprometer a qualidade dos resultados ou a usabilidade de quem está realizando o projeto.


4. Elaborar pesquisas e analisar resultados é muito difícil

Novamente, quem derrubou essa meia-verdade, tão conhecida, foram as ferramentas digitais. Além de democratizar o acesso ao universo das pesquisas e oferecer preços muito mais atraentes que as pesquisas, a internet te oferece os materiais de suporte necessários para te ajudar em cada passo do seu projeto.


5. Coletar resultados de pesquisa é muito demorado

Esqueça os prazos intermináveis de análise de dados. Se todo o processo de realização de uma pesquisa de mercado é otimizado, nada mais justo do que obter também os seus resultados de forma cada vez mais rápida. Hoje, é possível não só receber os insights da sua pesquisa rapidamente e de forma simplificada, mas também acompanhá-los em tempo real, facilitando a vida de quem precisa resolver todos os problemas o quanto antes, ou seja, todo mundo atualmente.


6. Pesquisa online não é confiável

A desconfiança com as informações vindas da internet vem sendo derrubadas ao longo do tempo. Já que não há dúvidas de que não há como combater” a internet, é normal que passemos a prestar mais atenção àquilo que vem sendo dito pelos seus usuários. Assim, ao contrário do que pode se pensar, realizar uma pesquisa pela internet pode ser até mais confiável e seguro do que pessoalmente ou pelo telefone, por exemplo. O usuário por trás do computador, tablet ou celular, confia mais no anonimato de suas respostas e pode, assim, ser mais sincero do que aqueles que respondem diretamente a um entrevistador de formas tradicionais. Além disso, entrevistar internautas pode, sim, oferecer insights representativos da sociedade, uma vez que a internet consegue chegar a todos os segmentos populacionais que sua pesquisa pode alcançar.


7. Ninguém mais faz pesquisa hoje em dia

Possivelmente a maior mentira que paira sobre o mundo das pesquisas de mercado é a de que essa prática perdeu força e relevância nos dias de hoje. O que acontece é justamente o contrário. Pense que o mercado está cada vez mais competitivo, o que resulta em uma crescente dificuldade em se sobressair diante da sua concorrência. Considere também consumidores cada vez mais conscientes e com maior poder de decisão e compra. Esse cenário apresenta um grande desafio para quem precisa administrar um negócio, seja ele de qualquer porte ou segmento. É para ajudar a suprir essas necessidades que as pesquisas são utilizadas.

Podemos usar como exemplo o Sebrae, que é uma entidade que promove a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos de micro e pequeno porte. Em seu trabalho de fomentar boas práticas de empreendedorismo pelo Brasil, o Sebrae realiza e divulga diversos estudos e relatórios que ajudam os empresários a entender melhor seus consumidores e encontrar novas oportunidades de negócios, por exemplo. Dessa forma, além de incentivar e apoiar o empreendedorismo, a entidade educa seu público e fornece dados que comprovam a importância da sua missão.

“Desvendando todos esses mitos, é possível afirmar que fazer pesquisas de mercado não só é uma forma de impulsionar o sucesso do seu empreendimento, mas é também muito mais acessível e prático do que se podia pensar até então”, comenta e finaliza Felipe Schepers, COO do Opinion Box.


Fonte: Portal Administradores

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Presidente global da Volkswagen renuncia em meio a escândalo nos EUA

O executivo afirmou que ficou chocado com os eventos dos últimos dias e sobretudo com o fato de que uma fraude desta escala pudesse ser possível na companhia.

O presidente-executivo da Volkswagen, Martin Winterkorn, renunciou ao cargo nesta quarta-feira, assumindo responsabilidade pela fraude em testes de emissão de poluentes executados nos Estados Unidos em veículos da montadora, no maior escândalo já enfrentado pelo grupo de 78 anos.

"A Volkswagen precisa de um novo começo, também em termos de pessoal. Estou liberando o caminho para este novo começo com a minha renúncia", disse Winterkorn em comunicado.

O executivo afirmou que ficou chocado com os eventos dos últimos dias e sobretudo com o fato de que uma fraude desta escala pudesse ser possível na companhia.

Um comitê-executivo de cinco integrantes interpelou Winterkorn, de 68 anos, desde cedo nesta quarta-feira na sede da Volkswagen em Wolfsburg, na Alemanha. A empresa está sob intensa pressão para promover medidas decisivas. As ações do grupo acumulam queda de 30 por cento desde o surgimento da crise e com mais más notícias a caminho.

Promotores alemães disseram nesta quarta-feira que estão realizando uma investigação preliminar sobre a manipulação de resultados de testes de emissão de poluentes em veículos da marca, enquanto a ministra de Energia da França, Ségolène Royal, afirmou que o país pode ser "extremamente severo" se sua investigação encontrar qualquer delito.

Autoridades nos Estados Unidos estão planejando abrir investigações criminais depois da descoberta de que a Volkswagen programou sistemas eletrônicos de seus carros para detectarem quando os veículos eram submetidos a testes e com isso alterarem o funcionamento dos motores a diesel para reduzirem a emissão de poluentes.

A Agência de Proteção Ambiental dos EUA afirmou na sexta-feira que a Volkswagen poderá enfrentar penas de até 18 bilhões de dólares por falsificar os testes de emissão de alguns modelos de carros com motores a diesel.


Fonte: Portal Administradores

XXXV Encontro Nacional de Engenharia de Produção – ENEGEP



O ENEGEP reúne a comunidade acadêmica, pesquisadores, professores e estudantes, empresários, consultores, engenheiros, administradores e demais profissionais atuantes na Engenharia de Produção. Constitui-se em um dos principais divulgadores da produção técnica e científica da área e se consolidou como fórum de discussão de questões pertinentes à Engenharia de Produção no âmbito nacional. Além de promover a integração/intercâmbio do conhecimento acadêmico com o setor produtivo. Assim, o ENEGEP torna-se oportunidade ímpar para a aglutinação dos esforços de todos os que atuam nesta área vital para o desenvolvimento.

Para obter mais informações, acesse: http://www.abepro.org.br/enegep/2015/index.asp

terça-feira, 22 de setembro de 2015

12º ENECON: Encontro Nordestino de Contabilidade


O cenário da Contabilidade vem passando por mudanças profundas e constantes, e é a área que mais demanda novos conhecimentos e tecnologias, com o objetivo de se adaptar ao novo que surge todos os dias. Para isso, é preciso que, acima de tudo, o profissional da Contabilidade esteja preparado para pensar estrategicamente, sendo um consultor e instrutor na prevenção de riscos ao negócio e na busca de soluções baseadas no conhecimento acadêmico, tecnológico e prático exigido pela profissão.

Cientes da existência, no mercado, de profissionais da Contabilidade com habilidades variadas, os CRCs do Nordeste selecionaram o tema “Desafios da Contabilidade: Gestão, Tecnologia, Riscos e Perspectivas” abrindo um espaço para debates que servirão de referência e base sobre o assunto.

Através das atividades do encontro, os participantes poderão ampliar sua visão teórica e prática sobre o tema.

Para obter mais informações, acesse: http://www.eneconpe2015.org.br/enecon.php

O buraco está na falta de humildade

Um dos principais fatores de os jovens saírem da universidade com medo está na arrogância com que percorreram essa jornada

Há muito tempo eu li uma dessas mensagens de internet que dizia “O pior cego é aquele que não sabe ouvir.” Nossa, sabe quando você para e fica pensando sobre um assunto por um bom tempo? Aconteceu comigo, pois fiquei matutando o que isso queria dizer.

Por acaso, tenho alguns amigos que tiveram sérios problemas nos olhos e acabaram perdendo a visão, então, quando resolvi perguntar para eles sobre isso, o que achavam que queria dizer, a resposta girava em torno de “já que não podemos enxergar, o tato e a audição são nossos sentidos mais importantes para nos comunicarmos com o mundo. A audição ainda mais, precisamos ouvir muito”.

Depois de quebrar a cabeça um bocado, pensei “e se essa fosse a forma que muitas vezes os jovens estão entrando no mercado?”.

Existe aquela euforia de quando se entra na faculdade, o mundo novo, a libertação, o poder de ser visto como um adulto e todo o potencial existente que será desenvolvido em alguns longos anos... Mas, que com o andar da carruagem parecem ser bem mais curtos e os resultados esperados acabam por serem muito diferentes.

No final da jornada o medo domina, pois, normalmente os jovens sentem que as oportunidades não são tantas, ou pelo menos eles não aprenderam a encontrar essas tantas que realmente existem. A concorrência é cruel, ou pelo menos eles não conseguiram desenvolver o seu diferencial a ponto de não se preocuparem. No entanto, a grande verdade é que no apagar das luzes, a maioria não está pronta, deixando a dúvida: "O que aconteceu?".

Ocorreu exatamente o que falamos no início do artigo, eles entraram de olhos fechados e ouvidos tapados – ou seja, com prepotência. De todos os eventos, pesquisas e conversas que tive com empresários durante a vida inteira, disparada a maior reclamação da nova geração que entra no mercado é que “eles acham que sabem tudo, são arrogantes, parece que não querem aprender”. Sim, eu sei, existem exceções, mas estamos falando da maioria e infelizmente essa grande parte se encaixa no ditado.

Essa euforia de tantas possibilidades, da super valorização de jovens talentos que conseguiram o mundo (normalmente por suar além do imaginável), deixa, às vezes, as pessoas com um falso senso de super expertise. O que quer dizer que eles acham que sabem mais do que realmente sabem. E o problema disso é que, quem sabe tudo, não tem mais o que aprender. Mas, os jovens, os quais são mais novos e têm menos experiências, não deveriam ser os que mais buscam aprendizados?

Viu, temos uma incoerência.

Em um mercado tão dinâmico, com novos conhecimentos surgindo a uma velocidade inimaginável, saber aprender e aproveitar aquilo que os outros querem e precisam nos ensinar é vital, sem falar que é mais inteligente. Afinal, quem não aprende, não evolui, e quem não evolui não tem chance alguma.

Acredito que ao final da jornada acadêmica esse medo tão grande seria bem menor, mas não inexistente, se a maioria tivesse mais pés no chão. Com menos intuito de chegar nas empresas já querendo ser gerente ou de saber quando vai fazer o seu primeiro milhão e mais vontade de aprender, evoluir, ser melhor do que ontem, em vez de apenas pensar "como vou ganhar mais poder e dinheiro que ontem". Não só os jovens perdem com isso, mas o mercado como um todo, pois, precisamos de gente fera chegando para acontecer. A questão é que estão chegando em menos quantidade do que precisamos. Viu, a consequência da incoerência.

Portanto, se você é jovem lembre-se de que quando você pensar – “Isso eu já sei”. Pode estar perdendo uma chance maravilhosa de aprender algo novo e evoluir. E se você já é um pouco mais experiente, não tenha medo de puxar algumas orelhas. 
No fim das contas, o que posso dizer é que “a mente de uma pessoa que não precisa mais aprender é limitada como uma viseira muito estreita. Já a mente aprendiz é infinita em possibilidades e conhecimentos”. #façasuaescolha


Por: Bruno Perin*
Fonte: Portal Administradores


(*) Empreendedor, consultor, palestrante e escritor. Graduado em administração de empresas pela UFSM, especialista em Marketing Experience, pesquisador em Neuromarketing e Startups. Integrante do grupo dos 200 maiores talentos brasileiros pelo Virtvs Group, é referência marcante da nova geração no marketing, sendo responsável por várias campanhas impactantes nas redes sociais em 2011/12. Com experiências em palestras nacionais e internacionais, é considerado fomentador do empreendedorismo e da disseminação do conceito de startup no país. Conectado com os mentores desse tipo de programa no mundo, estuda o implemento e o funcionamento das startups, sendo apontado como evangelista da Geração Y/Z. Hoje é o grande nome do Neuroempreendedorismo no Brasil e um dos maiores incentivadores atualmente.