quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Inspiração: de onde vêm boas ideias

Na antiguidade clássica, as grandes descobertas – para não dizer inovações – eram creditadas às musas. Filhas do todo-poderoso Zeus e da titânide Mnemósine, as nove divindades simbolizavam a inspiração – aquele estalo criativo que leva os homens a criarem as coisas que não haviam sido imaginadas por seus pares. Com o racionalismo da idade contemporânea, a tecnologia da era pós-industrial e a recente revolução digital, a inspiração tornou-se mais uma figura poética do que um estado de espírito a ser alcançado. Uma grande invenção não mais é vista como o resultado de uma experiência transcendental de criação, mas sim o fruto de um processo lógico de encadeamento de ideias, em que o lado místico da inspiração não tem espaço algum.

Mas não é que a inspiração existe e é importante para os negócios. Pelo menos é o que diz uma série de estudos recentes sobre o assunto. Talvez ela não venha da generosidade das musas, mas ocorre de processos psicológicos que não podem ser mensurados aritmeticamente nem descritos em manuais de produtividade. Embora continue sendo um termo abstrato, especialistas afirmam que a inspiração pode ser ativada, capturada e manipulada por aqueles que entenderem seus processos psicológicos.

A inspiração é um estado de graça. Ela impulsiona a pessoa da apatia para a ação e transforma o jeito que percebemos nossas capacidades. Segundo os psicólogos Todd Trash e Andrew Elliot, da Universidade de Rochester, nos EUA, a inspiração tem três aspectos centrais: evocação, transcendência e abordagem positiva. Ela é evocada espontaneamente, sem intenção. É o clique característico de quando as boas ideias nascem. Transcendente porque a ideia inspirada suplanta as preocupações e limitações cotidianas e captura uma visão panorâmica e universal sobre o assunto. Essa transcendência é percebida nos momentos de clareza e consciência das novas possibilidades. A abordagem positiva, etapa final do processo, está na transmissão e implantação da ideia visionária. Os dois psicólogos notam que a inspiração é uma ferramenta com duas pontas: as pessoas são inspiradas pelas coisas e agem em cima dessa inspiração.

Apesar de ser vista como um cavalo que pode ser montado, a inspiração não pode ser imposta. Seria inútil um líder fazer pressão para que seus colaboradores fiquem inspirados. Segundo o neurocientista Scott Barry Kaufman, a inspiração simplesmente acontece. Pode ser por força de uma musa, porém o mais provável é que aquela baita ideia tenha nascido em um ambiente aberto a novas experiências, fruto da interação dos conhecimentos prévios com as informações recebidas do mundo. Não existe fórmula para inspiração. Mas, em certos ambientes, ela encontra um campo fértil. Nasce naqueles locais onde a liderança mostra os caminhos e espelha os exemplos, onde as pessoas inteligentes estão dispostas a fugir das convenções.

Para aumentar as chances de a inspiração ocorrer, algumas coisas podem ser feitas. Domínio do campo de atuação é o ingrediente básico. Nenhum poeta escreveu uma obra-prima sem conhecer bem o segredo das palavras. Esforço é outro elemento crítico, uma vez que inspiração é um processo trabalhoso, que compreende a análise e aprimoramento de diversas situações para validá-las ou descartá-las. Estar aberto a novas ideias e experiências é outro ingrediente importante, já que permite a pessoa perceber e embarcar na ideia quando a inspiração resolve aparece. Por último, a íntima relação entre motivação e inspiração nunca pode ser negligenciada. A inspiração tem mais a ver com a motivação interna. Muitas vezes está no lado oposto da competição, que induz à performance por meio de estímulos externos. “Pessoas inspiradas têm níveis mais altos de recursos psicológicos, como confiança nas próprias habilidades, autoestima e otimismo”, diz Scott Barry Kaufman

 
Fonte: Portal HSM
01/12/2011

Início William Ury: Negociação baseada em ganhos mútuos

Para especialista, enxergar a negociação como um ambiente de cooperação abre caminho para novas possibilidades e para  bons acordos

"O sucesso da sua organização depende das 10 principais decisões que vocês tomaram nos últimos anos e, geralmente, em todas elas é preciso melhorar as habilidades e competências pessoais na negociação", afirma William Ury em seminário realizado em Porto Alegre pela HSM.

O palestrante trouxe aos seminaristas um novo olhar para a negociação; o de pacificador, que em nada tem a ver com o aceitar o que o outro lado propõe.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores especialistas em negociação e gestão de conflitos da atualidade, Ury é autor de diversos best-sellers como Getting to yes, Getting to peace e The power positive no: how to say no and still get to yes, e tem ainda contribuído para a pacificação no oriente médio e conduzido importantes negociações empresariais como consultor de renome internacional.

Ele explica que a negociação deve ser entendida como a mediação de interesses entre as partes na qual é interessante que ambos os lados avaliem o que ganham e o que perdem com o que está sendo proposto.

“Pensem: com quem vocês negociam durante seu dia? Fornecedores, clientes, bancos, chefes, colegas. Depois, tente mensurar quanto tempo você gasta ‘acordando’ com essas pessoas? E, finalmente, lembrem-se que a revolução do conhecimento mudou o modo como tomamos nossas decisões, que antigamente eram pautadas com base em ordens superiores e obediência da base”, lembra.


Política dos ganhos mútuos

Deste modo, estabelecer um ambiente de negociação que aumente as possibilidades de sucesso a partir de ganhos mútuos é o caminho saudável para a concretização de bons negócios.

O primeiro passo para se tornar um negociador reflexivo, segundo ele, é aprender a tomar a perspectiva de pensar a negociação como um processo, deixando de focar apenas no resultado, empenhando-se em definir suas posições e e interesses subjacentes.

• O que está por trás do lucro? Controle econômico, autonomia política, posicionamento, reconhecimento, status, independência?
• Quais são o nossos interesses? Essa diferenciação é crucial para conquistar o que se quer.


Os lances estratégicos para o sucesso efetivo

O Propósito: o que você está tentando negociar? Lembre-se de que quando há muita coisa em jogo não reagimos de uma forma que promova o melhor e sempre estaremos tentando mudar o pensamento do outro.

Habitualmente, são três as reações naturais que atrapalham a negociação inteligente: o revide, o olho por olho e o se afastar ou ceder para resolver um problema. E em nenhum destes casos há um resultado satisfatório para ambos. Por isso, tenha um tempo para pensar.
“A preparação é crucial para a negociação”, afirma.


O Poder: um dos maiores poderes que temos como negociadores é o de não reagir que, em muitos casos, é o tempo que você se dedica para perceber como vai virar a mesa. Assim, defina antes:  o que você quer e o que precisa ser feito? “Lembre-se de se concentrar no que é mais importante para vocês, pois isso certamente trará mais chance de oferecer um resultado mais proveitoso”.


As Pessoas: os negociadores bem sucedidos separam pessoas e problemas para que consigam ser suaves com as pessoas e duros com os problemas, principalmente quando na negociação é preciso lidar com ego e problemas emocionais.

Comece tentando se colocar no lugar do outro, entendendo como sendo ele para que você possa influenciar, afinal, como você quer mudar algo que não conhece como pensa a outra pessoa?


Resolução de problemas: faça perguntas que deslocam os holofotes da posição para a busca de opções criativas e formas justas de se resolver o problema.

Entre com as seguintes perguntas: porque, quais são as suas necessidades e suas preocupações?

Criar um momento especial para novas ideias em que não é permitido fazer críticas pode se tornar a hora mais preciosa da semana em uma empresa, pois propicia um estímulo à criatividade na negociação.


A Proposta efetiva: se a outra pessoa não te disse um sim, construa uma ponte para que ela chegue a um acordo que te favoreça, começando pelo ponto em que as ideias dela estejam convergentes com as suas.

 “Tome como base em suas negociações um não positivo a partir de um interesse central e trabalhe o sim de seu interesse como uma proposta de ajuda e interesse para o problema do outro lado”.

E lembrem-se: “o maior obstáculo para conseguir o que queremos somos nós mesmos e não é possível influenciar os outros sem antes sermos capazes de mudar a nós mesmos”.


Fonte: Portal HSM
01/12/2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Harvard recria o seu MBA

Harvard muda projeto do curso para dar mais experiência prática e internacional a seus alunos, sob o olhar atento das escolas de negócios do Brasil

Sergio Pompeu e Carlos Lordelo – Estadão.edu
Em janeiro, cerca de 900 estudantes inauguram a fase mais vistosa de um novo capítulo na história da Escola de Negócios de Harvard, templo do ensino de administração. Divididos em 150 equipes, eles permanecerão pelo menos dez dias em empresas de 14 cidades, a maioria delas em países emergentes. A premissa é dar experiência prática (e acima de tudo internacional) aos futuros líderes de negócios. São Paulo terá participação especial no projeto. Receberá 96 alunos, que analisarão como são feitos negócios em 12 empresas. Pode parecer apenas outro programa de MBA internacional. Em se tratando de Harvard, é uma guinada histórica, a maior desde que a escola criou sua principal grife, o modelo de estudos de caso. Boa parte das grandes escolas de negócios do mundo imitou o modelo, que tinha um quê de revolucionário. A proposta de ensinar conceitos de administração analisando casos concretos de empresas ou de situações de mercado deu protagonismo aos alunos – isso em 1918, dez anos depois da criação da Harvard Business School (HBS).

Agora, Harvard propõe o field method, ou método de campo. Para isso, montou uma operação de logística que começou pela seleção de empresas em quatro continentes. O Field Project tem três módulos. O primeiro começou em setembro, quando os novatos da turma do MBA 2012 foram divididos em equipes globais (o grupo tem alunos de 73 nacionalidades) e começaram a analisar dados dos países e empresas que visitarão. “As companhias indicaram projetos nos quais estão interessadas, que envolvem algum tipo de inovação, em produto ou processo, e precisam ser destinados ao mercado consumidor”, diz Gustavo Herrero, que dirige em Buenos Aires um dos seis centros internacionais de pesquisa da HBS. “Queremos que eles tenham uma imersão verdadeira, entrem em contato com consumidores, tenham um feeling pelo elemento humano do negócio.”


“Construir capacidades amplas de liderança, construir o que eu chamo de sensibilidade global, de ir para um país e ser capaz de dimensionar, entender o contexto, saber no que ele é diferente daquele ao qual você se habituou”, disse Nohria, que visitou São Paulo em agosto, a convite da Fundação Estudar. “É isso que esperamos que o trabalho de campo cultive em nossos estudantes.” Mas é mais do que isso. O field method é uma das chaves para a sobrevivência da HBS a longo prazo no topo do ensino de administração no mundo. “Por mais de cem anos fomos uma grande instituição americana no grande século americano”, disse Nohria. “Como ainda poderemos ser líderes no que será, inevitavelmente, um século global?”


De olho – As escolas de negócios brasileiras acompanham atentamente as mudanças em Harvard. “Os Estados Unidos sempre se consideraram o centro da geração de conhecimento e das melhores práticas administrativas no mundo. Agora estão percebendo que a expansão dos negócios depende de conhecer em profundidade a cultura empresarial nos mercados emergentes”, avalia o coordenador do MBA Executivo Internacional da FIA, James Wright. Embora vejam com bons olhos a reorientação do projeto pedagógico de Harvard, as escolas daqui vão continuar mandando seus alunos para fora sobretudo por meio de parcerias com outras instituições de ensino. Isso porque atendem a perfis diferentes de clientes: o MBA americano equivale a um mestrado e exige dedicação integral, enquanto no Brasil o MBA funciona como uma pós-graduação lato sensu com duas aulas por semana, em média. Se o aluno do MBA em Harvard tem 27 anos e não trabalha, quem faz MBA executivo no Brasil já passou dos 30 e ocupa cargos importantes nas estruturas das empresas. O que representa uma vantagem, já que o conhecimento adquirido no curso pode ser aplicado imediatamente. “Nosso aluno encontra-se em outro nível de experiência profissional”, resume o diretor acadêmico da Business School São Paulo, Armando Dal Colletto.

Para a diretora acadêmica de pós-graduação do Insper, Letícia Costa, as mudanças promovidas por Harvard aproximam a escola da realidade atual do mercado de trabalho – em que o desemprego bate níveis recorde nos países desenvolvidos e sobram vagas para profissionais bem capacitados nos emergentes. “Hoje os brasileiros preferem fazer MBA aqui porque, segundo eles, o ‘custo de oportunidade’ de parar de trabalhar é muito alto, por causa da economia aquecida.” As próprias empresas reforçaram a política de financiar os estudos de funcionários após perceber a necessidade de qualificar os executivos para enfrentar os desafios de um mercado cada vez mais global. Na Fundação Dom Cabral, de Minas, as mensalidades de 90% dos alunos do MBA são pagas diretamente pelas companhias. A instituição tornou-se um exemplo internacional de como opera uma relação bem azeitada entre escola, executivo e empresa. Não à toa, ficou em terceiro lugar no ranking do jornal Financial Times que mede a qualidade da educação executiva customizada, concebida para atender a necessidades específicas de cada empresa. Segundo o diretor de desenvolvimento da Dom Cabral, Paulo Resende, a realidade das empresas brasileiras serve de mote para casos discutidos em sala de aula e outras atividades do curso. “Acompanhamos de perto a internacionalização de nossos clientes, como quando a Embraer foi para a China, a Gerdau para os Estados Unidos e a Vale para a África, porque temos alunos dessas empresas.” Paulo afirma que a escola privilegia a formação prática para devolver às companhias profissionais mais bem preparados tecnicamente.


Fonte: O Estado de São Paulo, São Paulo – SP.
29/11/2011

Próximo ano deve continuar no mesmo ritmo que 2011, diz Vale

Mineradora continua otimista e expectativa é que 2012 seja excepcional como este ano

São Paulo – A Vale continua otimista para o ano de 2012. “Este ano está sendo um ano excepcional para a Vale, a expectativa é que 2012  também seja um ano muito bom”, afirmou Tito Martins, diretor executivo de finanças da Vale durante coletiva de imprensa no Vale Day.

A empresa trabalha para evitar desafios intransponíveis em 2011, segundo Martins. Além de obter licenças ambientais de alguns projetos que estavam previstos para 2011, a empresa precisa trabalhar no seu acesso a fornecedores e na disponibilidade de mão-de-obra especializada, segundo o diretor.


Minério de Ferro e Níquel

O preço do minério de ferro não deverá ficar abaixo de 120 dólares, segundo o executivo. “O cenário que vemos é de moderado a bom”, disse. A previsão para o mercado de níquel em 2012 também é positiva. “Este mercado tem mostrado boa estabilidade, apesar da recessão afetando os mercados ocidentais, ele tem se mantido com a demanda na Ásia e na China”, disse Murilo Ferreira, presidente da Vale.


Redução no valor total de investimentos

A previsão de investimentos feita para 2012 é mais realista a respeito da execução de projetos, segundo Ferreira. “O número apresentado ano passado foi extremamente desafiador, e havia incertezas que não se transformaram em certezas”, disse.

A Vale nega que o valor de investimento previsto para 2012 seja inferior ao de 2011. Ferreira atribui a aparente queda em relação ao plano de investimentos de 2011 à mudança de metodologia. “Agora só apresentaremos os projetos aprovados pelo conselho de administração e que estejam com, pelo menos, a licença prévia concedida, isso reduz o nível de incerteza”, disse o executivo.

No ano passado, a Vale havia anunciado plano de investimentos de 24 bilhões de dólares, mas, só vai conseguir cumprir aproximadamente 80% do montante planejado para o período. A Vale anunciou hoje que pretende investir 21,4 bilhões de dólares em no próximo ano.

Se a mudança de metodologia tivesse sido implantada no ano anterior, o desembolso em 2011 seria de 18 bilhões de dólares a 19 bilhões de dólares, um pouco abaixo do orçamento anunciado para 2012. “Podemos olhar o copo meio cheio ou meio vazio, se você olhar a metodologia vê aumento, se olhar os óculos do orçamento feito sem o nível de certeza pode até dizer que tem uma redução.”, disse Ferreira.


Siderurgia

Ferreira afirmou que a Vale está convencida de que está perdendo participação em mineração. Em 2005, a participação da empresa no mercado era de 70, hoje ela é de 50% e a projeção para 2014 é de 29%. “Não estamos felizes com isso e achamos que existem oportunidades a serem aproveitados no Brasil em siderurgia”, disse o CEO.


China

O ajuste na demanda de minério de ferro na China que está ocorrendo nessa crise é muito menor que o da crise de 2008, segundo José Carlos Martins, diretor executivo de ferrosos e estratégia. “É uma crise conjuntural e não estrutural na china, passado o ano novo chinês, no final de janeiro, a expectativa é que o mercado volte a dar sinais de maior força”, disse.

Martins acredita que o último trimestre desse ano e o primeiro de 2012 serão mais desafiadores na China. Apesar disso, a expectativa da Vale é continuar crescendo entre 8% e 9% na China no próximo ano. “Não temos tido problema de venda de minérios. A situação é absolutamente diferente de 2008, e muito mais tranquila”, disse o diretor.


Gestão

Ferreira comentou em linhas gerais as recentes mudanças que fez no comando da Vale. O executivo disse que tentou simplificar a estrutura que encontrou. “Muitas vezes ficava muita bola dividida, é melhor ter clareza pra chegar ao ponto final”, afirmou.


Fonte: EXAME.com (Investimentos)
29/11/2011

Livre-se dos estoques indesejados

O fim do ano se aproxima e, com ele, a expectativa de alcançar as metas propostas para 2011.


O início da época de férias e festas faz com que as empresas prepararem suas estratégias para vender mais. Afinal, estoque parado significa investimento perdido. Mas, antes de colocar em ações as atividades de liquidação, é preciso ter cuidado. Nenhum consumidor gosta de comprar uma peça para, pouco depois, vê-la em oferta.

Para evitar erros, é importante descobrir o momento certo de começar esse tipo de atividade e encontrar uma forma que seja, além de eficiente do ponto de vista comercial, adequada à imagem que a empresa quer transmitir ao mercado. Para ajudá-lo nessa atividade, a revista Entrepreneur preparou cinco dicas para vender o estoque restante e entrar em 2012 com saldo positivo.

1. Ofereça incentivos de pagamento: se os seus clientes costumam realizar a compra mediante a divisão do preço em altas parcelas, procure fazer descontos para que ele opte por finalizar a compra à vista. Isso fará com que o montante que entraria no caixa em 2012 chegue antes da virada do ano.

2. Contrate funcionários temporários: se a empresa atua no varejo, a época de final de ano é mais procurada pelo público-alvo da marca. Afinal, todos querem comprar presentes para celebrar as últimas festas. Para atender a demanda, é preciso verificar se há pessoal suficiente para todas as tarefas nas unidades da rede. Caso precise de mais mão de obra, é interessante contratar trabalhadores temporários para ajudá-lo na época de pico.

3. Preste atenção nos preços: consumidores sempre querem os menores preços, mas isso não significa que você, empreendedor, poderá dar desconto em todos os produtos. Para não errar, verifique quais produtos permitem uma redução nos valores sem comprometer o rendimento do negócio. É interessante criar novas oportunidades de preços e vendas fazendo a agregação de produtos distintos em combinados.

4. Faça rápidas campanhas de marketing: o tempo para fazer grandes ações de venda já acabou. Mas ainda dá tempo de produzir rápidas campanhas para a divulgação de produtos e serviços. Use redes sociais como Facebook e Twitter para atrair a sua rede de clientes.

5. Troque ideias com empresas semelhantes: para aprimorar as suas ideias de liquidação, é interessante descobrir o que empresas próximas a você fazem para se livrar dos estoques. É válido também fazer enquetes sobre o tema no Facebook e na rede LinkedIn. Isso fará com que você conheça novas ações de liquidação.

E você, empreendedor, o que está planejando para liquidar os estoques até o final do ano?


Fonte: Papo de Empreendedor - Revista PEGN
29/11/2011