segunda-feira, 30 de março de 2015

Quer ficar bilionário? Veja as graduações escolhidas por eles

Um levantamento britânico apontou os cursos mais populares entre os mais ricos do mundo

Foto: Thinkstock
Um levantamento feito pela plataforma inglesa online Approved Index analisou informações das 100 pessoas que estão no lista de bilionários da Forbes. Uma das conclusões é que 22% deles são engenheiros de formação. Juntos, suas fortunas somam US$ 25,8 bilhões.

Administração de Empresas foi o segundo curso de graduação mais cursado pelos bilionários cursaram (12%), seguido por formações mais humanistas como artes ou ciências humanas (9%). Os advogados representaram apenas 2% dos mais ricos, quase a mesma proporção de matemáticos e cursos de finanças.

Outro dado surpreendente da pesquisa é a quantiade de milionários que não possuem diploma de curso superior. Juntos, eles possuem uma fortuna que, somada, chega a US$ 24 bilhões, segundo maior agrupamento da lista. Fazem parte dessa lista Bill Gates, a segunda pessoa mais rica do mundo com fortuna de US$ 79 bilhões, e o mais jovem da lista da Forbes, Mark Zuckerberg, que tem fortuna avaliada em US$ 33 bi.

Mas, antes que você se arrependa de não ter escolhido engenharia, saiba que o perfil dos milionários do futuro pode mudar em breve. Uma pesquisa recente da London Economics School focada em STEM (cursos na área de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática), apontou que o número de estudantes que escolhem cursar química aumentou 25%, enquanto cursos de física, biologia e matemática aumentaram, respectivamente, 15%, 12% e 8%. 


Foto: Divulgação Approved Index



Fonte: Época Negócios Online

RH dos sonhos: conheça os benefícios oferecidos no Vale do Silício

RH dos sonhos: conheça os benefícios oferecidos no Vale do Silício

Sempre ouvi falar muitas maravilhas sobre trabalhar no Vale do Silício – maior polo tecnológico do mundo. Em janeiro deste ano tive a oportunidade de visitar os campus das gigantes Google, Facebook, Yahoo e LinkedIn e conferir de perto o que elas oferecem de tão fascinante aos colaboradores.

Curiosamente, essas empresas compartilham de práticas muito parecidas de gestão de pessoas, recrutamento, desenvolvimento e retenção de talentos e, por isso, atraem olhares do mundo inteiro, sendo empresas que inovam e fogem do tradicional quando o assunto é padrão de recursos humanos.

O Google foi eleito em 2014 a empresa mais desejada para se trabalhar. Ou seja, possui estratégias de RH que possibilitam extrair muito de seus colaboradores, oferecendo em troca o máximo de benefícios a eles.

Durante a imersão nessa e nas outras grandes empresas já citadas, participei de palestras exclusivas das áreas de recursos humanos, comercial e operações. Por meio dessa incrível experiência pude conhecer os principais benefícios oferecidos aos profissionais que trabalham em organizações sediadas no Vale do Silício. São eles:

1 – Regalias: Google, Facebook, Yahoo e LinkedIn oferecem diversos benefícios 100% gratuitos aos funcionários com o objetivo de atrair e reter grandes talentos. Flexibilidade no horário de entrada e saída do trabalho, acesso 24h à academia com equipamentos de primeira, personal trainers, massagistas, esportes outdoor, pet shop para os animais de estimação, salão de cabeleireiros, comida 24h - sem limite, horário para piquenique, jogos e até sala para ensaio de bandas, fazem parte do pacote de benefícios.

2 – Regra dos 20% livre: no Google todos os colaboradores com cargo de engenharia são encorajados a usar 20% de seu tempo de trabalho para criar soluções que julguem úteis para a empresa, mas que não sejam nada do que a empresa lhes solicitam rotineiramente. O Gmail, por exemplo, surgiu num destes insights intraempreendedores dos “20% livre”.

 Premiação entre colaboradores (Peer Bonus): uma das práticas muito incentivadas no Google e LinkedIn é a de premiações internas. Cada funcionário tem uma verba determinada para bonificar um colega de trabalho que o ajude em alguma tarefa que esteja fora de escopo. Assim, cada um pode agradecer de forma significativa qualquer um dos 50mil colaboradores da empresa, em todo o mundo, que tenha auxiliado a solucionar problemas.

4 – Reuniões em movimento: É comum andar pelos campus do Google e LinkedIn e Yahoo! e ver pessoas fazendo reuniões durante caminhadas ou passeios de bicicleta. Isso, pois as empresas premiam as equipes que realizarem reuniões móveis, incentivando a prática de esportes e hábitos saudáveis.

Na região de San Francisco e Vale do Silício, não são as ideias os maiores ativos das pessoas e das empresas, mas sim a capacidade de colocá-las em prática. Conhecendo de perto a visão das maiores empresas de tecnologia do mundo pude me certificar que a contratação correta de recursos humanos e a minimização do risco de perdê-los são os melhores investimentos que as empresas podem fazer.


Por: Renato Fontana - Sócio e diretor de Marketing da Enora Leaders, empresa de educação corporativa, especializada em aceleração de resultados.

Fonte: Portal Administradores

Seis rancores que marcaram a vida de Steve Jobs

A biografia "Becoming Steve Jobs: The Evolution of a Reckless Upstart into a Visionary Leader" apresenta uma série de mágoas que o fundador da Apple teria levado para o túmulo

Se existe algo em comum nas histórias de sucesso é que seus protagonistas acumulam fãs e desavenças, nem sempre na mesma proporção. Com Steve Jobs não poderia ser diferente.

A nova biografia do fundador da Apple, "Becoming Steve Jobs: The Evolution of a Reckless Upstart into a Visionary Leader", apresenta uma série de rancores que, segundo os autores Brent Schlender e Rick Tentzeler, ele teria levado para o túmulo. O Olhar Digital, com base em um texto da VentureBeat, reuniu seis deles. Veja abaixo:

1 - Neil Young: O cantor teria criticado a qualidade sonora das músicas distribuídas pelo iTunes. Esse comentário irritou Jobs profundamente a tal ponto que o criador da Apple mandou devolver um presente enviado por Young como pedido de desculpas.

2 - Michael Eisner, CEO da Disney: Segundo o livro, os problemas entre os dois surgiram por causa de negociações sobre a distribuição de conteúdo digital. Embora tenha conseguido atingir seus objetivos, Jobs guardou mágoas do CEO.

3 - Jean-Louis Gassée, ex-executivo da Apple: De acordo com o livro, Gassée teria dito a John Sculley, CEO da Apple em 1985, que Steve estaria planejando tirá-lo da empresa na ocasião. “Mesmo com a passagem de um quarto de século, Steve ainda rosnava toda vez que o nome do francês surgia”, conta a biografia.

4 - O cofundador da Adobe, John Warnock: Donos de produtos Apple conhecem a má-vontade da empresa com a Adobe e o Flash. No entanto, nem sempre foi assim. Antes, Warnock e Jobs eram parceiros, porém a Adobe passou a favorecer a Microsoft, provocando raiva em Steve Jobs.

5 - Jon Rubinstein, ex-executivo da Apple: Rubinstein foi fundamental na criação do iPod, mas deixou a empresa por não se sentir valorizado por Steve Jobs. Em seguida, virou CEO da Palm, fazendo com que Jobs nunca o desculpasse.

6 - Google: Assim como acontecia com a Adobe, Apple e Google eram empresas parceiras. Entretanto, a relação foi prejudicada pelo lançamento do sistema operacional gratuito Android. Jobs considerava o sistema uma cópia barata do iOS e os antigos amigos foram parar nos tribunais em uma batalha judicial que permanece até hoje.


Fonte: Portal Administradores

Convite: Curso - Competência em Comunicação Oral