sexta-feira, 18 de maio de 2012

5 Habilidades comuns entre pessoas inovadoras

Pessoal,

No final do ano passado foi lançado o novo livro do professor Clayton Christensen, cujo nome é “The Innovator’s DNA”, onde ele apresenta um estudo colaborativo de oito anos no qual buscou-se descobrir as origens de negócios inovadores e muitas vezes disruptivos.

Foram entrevistados mais de uma centena de inventores de produtos e serviços inovadores , assim como fundadores e CEOs de empresas construídas sobre ideias de negócio inovadoras. Como resultado dessa pesquisa, foram identificadas 5 habilidades  que distinguiram empresários e executivos inovadores de gerentes comuns. Abaixo, relaciono  as habilidades e meus comentários:

- Estabelecer conexões: Identificar conexões entre campos de conhecimento diferentes e independentes para geração de novas ideias e resolução de problemas e questões empresariais. É entender que diferentes culturas, domínios e disciplinas podem fluir para um ponto em comum. É permitir que conceitos estabelecidos se esbarrem e se combinem, criando uma multiplicidade de ideias extraordinárias. Descobertas revolucionárias ocorrem quando identificamos interseções entre campos independentes;

- Questionamento constante: Como prega a propaganda do canal Futura: “O que move o mundo para frente são as perguntas e não as respostas”. Inovadores estão sempre do lado de cá das perguntas. Estão sempre questionando o senso comum, afinal de contas, ideias disruptivas não nascem a partir de ideias medianas;

- Poder de observação: Henry Ford uma vez afirmou: “Se eu tivesse perguntado aos meus clientes o que eles queriam, eles teriam dito que queriam um cavalo mais veloz”. Clientes só conseguem apresentar necessidades a partir daquilo que eles conseguem enxergar, baseado constantemente no referencial que eles já têm. Inovadores enxergam necessidades não articuladas, conseguem enxergar as necessidades e comportamentos de seus clientes de forma conceitual, sem se prender a objetos;

- Networking: Conheça pessoas diferentes e com perspectivas diferentes. Tal atitude ajuda a potencializar a habilidade de conectar campos de conhecimento diferentes e independentes. Lembre-se que para isso você precisará exercitar sua humildade e sua capacidade de escutar sem pré-conceitos;

- Experimentação: Vale aqui a máxima do Google: “Erre o mais rápido possível”. É criar um ambiente de experimentação onde os erros possam ser controlados e, principalmente, possam ser utilizados como instrumento pedagógico na busca por novas respostas. Cada experimento gera uma nova resposta ou um novo comportamento do sistema que deve ser constantemente avaliado. É o método Dr. House aplicado na prática.

É importante ressaltar que essas são características identificadas de forma individual, mas que só funcionam quando sabemos explorar a coletividade de ideias e quando entendemos que empresas, na verdade, são redes sociais que se formam para atingir uma missão e visão de negócios definidos.

Vivemos em um mundo cada vez mais conectado, no qual conceitos que não parecem estar relacionados, na verdade estão. Essa não é a primeira vez que vemos uma convergência desse tipo. Na Renascença, Leonardo da Vinci foi o exemplar mais ilustre de quando artistas, cientistas e comerciantes entraram juntos na interseção e produziram uma das mais criativas explosões de arte, cultura e ciência da Europa.

O motor do progresso humano tem sido o encontro de idéias para criar novas idéias. Essa é a diferença entre a inteligência coletiva e a burrice das multidões.


@blogdomarcelao


Fonte: Blog HSM
18/05/2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Os melhores cursos universitários do Brasil e do Mundo


Prezados(as) Alunos(as),

Não percam a oportunidade de assistir os melhores cursos universitários do Brasil e do mundo.

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Basta escolher uma universidade ou assunto para assistir aos vídeos.



quinta-feira, 3 de maio de 2012

Visita Técnica - Fábrica da FIAT - Betim - MG


Inscrições a partir do dia 07/05/2012

Antropologia nas redes sociais: o fator humano

Até agora, o estudo do social e da cultura resultava em dois tipos de dados: “superficiais” sobre muitos (estatísticas, sociologia) e “profundos” sobre poucos (psicologia, psicanálise, antropologia, história da arte). Com o crescimento das mídias sociais, juntamente com as ferramentas que dão acesso e processam uma quantidade gigantesca de dados, se tornou possível uma nova abordagem para o estudo dos seres humanos e da sociedade. Não precisamos mais escolher entre quantidade de dados ou profundidade de dados. Para que generalizar, confiar demais na intuição ou usar o “chutômetro” quando se pode estudar padrões culturais exatos formados por milhões de conteúdos culturais entrelaçados em fluxos infinitos e constantes? Através das redes sociais e ferramentas com funções de monitorar, medir, filtrar e cruzar dados, pode-se obter informações mais exatas e segmentadas, além de acompanhar  a imaginação de milhões de pessoas; as imagens e vídeos que elas criam ou comentam; as conversas em que estão envolvidas; as opiniões, ideias e sentimentos que expressam.

As tecnologias da informação estão passando por um importante processo de mudança. Estamos em transição das máquinas para a informação categorizada,  classificada, inteligente, indexável.

(…) poderia dizer que há duas maneiras básicas pelas quais os computadores modelam a realidade – por meio de estruturas de dados e algoritmos – também podem ser aplicadas às mídias assim que são representadas digitalmente. Em outras palavras, uma vez que as novas mídias são dados digitais controlados pelo software “cultural” específico, faz sentido pensar em qualquer objeto de nova mídia em função de estruturas de dados específicas e/ou algoritmos específicos que ele incorpora. (MANOVICH, 2005)


Ferramentas de métricas, monitoramento e análise de tendências

Usar uma ferramenta para coletar dados das redes sociais não é sinônimo de estudo. É necessário uma equipe especializada para monitorar e analisar o conteúdo. A cada dia surgem atualizações e mudanças, o que faz com que tudo seja substituível. As ferramentas fornecem os dados quantitativos, mas a qualidade vem do trabalho da análise desses dados:
Coleta de dados -> Filtragem de dados -> Qualificação de dados -> Análise de dados -> Insights

Para facilitar a pesquisa, existem diversas ferramentas online que possibilitam enxergar dados específicos e vê-los em forma de gráficos para análises e insights. Abaixo, uma lista com algumas essenciais:

1. Trendistic: poderosa ferramenta que analisa e apresenta as comparações de tendências e volume entre palavras-chave e tags no Twitter.



2. IceRocket: permite aos usuários monitorar em blogs as últimas tendências da palavra dentro de uma escala de um a três meses.


3. Social Pulse: uma rede que filtra top notícias e top influenciadores ao redor do mundo.


4. Google Trends: mostra os mais populares termos buscados em um passado recente. A ferramenta apresenta gráficos com a freqüência em que um termo particular é procurado em várias regiões do mundo, e em vários idiomas.


5. Trendrr: se parece muito com o Google Trends porém possibilita fazer análises mais completas e dinâmicas. Além das análises, é possível compartilhar seus gráficos para que outros usuários analisem também as informações.


Nós somos as máquinas

A mídia social tem levado a uma proliferação do controle do indivíduo. Estamos, mesmo sem perceber, nos transformando em motores de busca especializados em indivíduos. Estamos nos tornando adeptos a coletar conteúdos, a partir de uma variedade de fontes, incluindo as nossas comunidades, conversas, assinaturas de RSS e o Google. O que fazemos depois é absorver todas essas informações, analisá-las e, então, decidir o que vale a pena compartilhar com nossos círculos sociais. Os motores de busca já não detêm o melhor conteúdo. Nós é que detemos. E essa é a razão pela qual o futuro da pesquisa, monitoramento, análise de tendência e métricas reside no ser humano, e não na máquina. Nós podemos determinar o que pode ser interessante e importante para nossos seguidores. Não há algoritmo que pode levar em conta a autoridade e gosto subjetivo de um tema, contexto, relevância, espontaneidade e interesse pessoal em troca do melhor conteúdo. Isso é um trabalho que nós já assumimos.

Por Gil Giardelli com colaboração de Samanta Fluture


Fonte: Blog HSM
03/05/2012

5 Anos que Mudaram Tudo

Abaixo segue o vídeo-documentário “O que mudou nos últimos 5 anos”, o qual  foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas não só pelo mercado da comunicação, mas na sociedade e na economia nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução.

Vejam o vídeo:





@blogdomarcelao


Fonte: Blog HSM
03/05/2012